domingo, 24 de agosto de 2014

A importância da desparasitação externa



A importância da desparasitação externa
Os parasitas externos, bem como as doenças que estes acarretam, continuam a agredir os animais domésticos, nomeadamente o gato, o que conduz a diversos malefícios que podem provocar a morte do felino. Devido à relação próxima entre estes e o ser humano, acresce o perigo de transmissão para a nossa espécie, o que, numa população envelhecida e comprometida imunologicamente, pode representar um problema de saúde pública.
Neste sentido, torna-se indispensável a utilização de antiparasitários, inclusive em meios citadinos, devendo existir um especial cuidado com a repetição da administração do produto, garantindo assim uma proteção contínua.
Os parasitas externos podem ser divididos em duas classes, a Insecta, onde se inserem as pulgas, piolhos, moscas e mosquitos, e a classe Arachnida que inclui as carraças e os ácaros. Apesar de um gato doméstico não apanhar parasitas, tão facilmente, como um animal vadio, existe sempre uma probabilidade de ocorrer infestação, uma vez que o ser humano, com acesso ao exterior, pode funcionar como um vetor de transmissão.
Existem diversos antiparasitários no mercado, que podem ser utilizados periodicamente ou regularmente, contudo, o método mais eficaz e de maior facilidade de aplicação denomina-se “spot-on”, mais conhecido por pipetas. Deve ser feita a aplicação do produto (apenas algumas gotas), na retaguarda do pescoço do animal, todos os meses. Na maioria destes produtos, o pequeno felino não deve ter contacto com água nos dois dias anteriores e posteriores à aplicação, para garantir os resultados.

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